Mostrando postagens com marcador Crianças 7 a 10 anos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Crianças 7 a 10 anos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

DESENCARNAÇÃO



CENTRO ESPÍRITA ISMAEL
Estudo Doutrinário Infanto-juvenil – Crianças 7 à 10 anos
Evangelização Infantil Eurípedes Barsanulfo
 Estudo: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap.27  item 19  Módulo II: A Criação
Plano de aula: 11 - Data: 15/03/2014

TEMA: DESENCARNAÇÃO
1.MENSAGEM:
A morte é uma simples mudança de estado, a destruição de uma forma frágil que já não proporciona à vida as condições necessárias ao seu funcionamento e à sua evolução. Para além da campa, abre-se uma nova fase de existência. O Espírito, debaixo da sua forma fluídica, imponderável, prepara-se para novas reencarnações; acha-se no seu estado mental os frutos da existência que findou.
Por toda parte se encontra a vida. A Natureza inteira mostra-nos, no seu maravilhoso panorama, a renovação perpétua de todas as coisas. Em parte alguma há a morte, como, em geral, é considerada entrenós; em parte alguma há aniquilamento; nenhum ente pode perecer no seu princípio de vida, na sua unidade consciente.
(Léon Denis – O Problema do Ser e do Destino)

2. OBJETIVOS:
Compreender o que é a morte e que não deve temê- la, ela é conseqüência natural de uma encarnação que chega ao final.

Perceber que a desencarnação como um fenômeno resultante do rompimento definitivo os laços que prendem o Espírito ao corpo físico, por falta de condições deste último.

 3. SENSIBILIZAÇÃO:Trazer fotos de bebês sendo amamentados, acarinhados pelos parentes.
Vamos indagar junto às crianças uma conversa sobre bebês; nascimento; os cuidados que recebem; o fato de eles precisarem desses cuidados especiais ao nascerem, por  se encontrarem diante de uma situação nova, após nove meses de aconchego no útero materno; conversando sobre o corte do cordão umbilical, que desliga o bebê daquele vínculo de dependência direta do organismo materno, já que ele vai passar a viver como um ser independente dela fisicamente.

Vocês não acham que a desencarnação é como se fosse o “renascimento” do Espírito no Mundo Espiritual, depois de passar algum tempo abrigado no corpo físico?

Ouvir as crianças.
A morte faz parte de um processo natural da vida. Nascemos, crescemos e morremos...

4. ESTUDO: Anne e sua Tia
Ane é uma menina que costuma espalhar alegria e otimismo em todos os lugares por onde passa. Porém, nos últimos dias, Ane estava triste e preocupada: sua tia Val, que ela adora, estava muito doente.

Val estava no hospital há vários dias e toda sua família estava cuidando dela, e orando para que ela fosse curada.

Uma noite, porém, enquanto Ane dormia, ela recebeu a visita da tia doente. Val explicou à amada sobrinha que o tempo que ela tinha planejado ficar na Terra estava terminando, e que ela havia cumprido a missão a que tinha se proposto nesta encarnação. As duas se abraçaram e Ane pôde dizer à tia o quanto a amava e que ficaria com muita saudade. Em seguida a tia desapareceu, deixando na memória da menina seu jeito meigo e sua alegria contagiante.

No dia seguinte, Ane soube que a tia, em Espírito, havia feito outras visitas naquela noite, a fim de se despedir dos familiares.
O enterro da jovem Val foi um momento de muita tristeza para toda a família, mas Ane sabia que ali estava apenas o corpo físico da tia, pois o Espírito não morre. Sua mãe e ela choraram muito, ficaram tristes e com saudades. Elas se consolaram nas explicações na Doutrina Espírita, onde haviam aprendido que Deus é sábio e justo e que devemos confiar Nele, pois nada acontece por acaso.

Elas conversaram muito a respeito da morte na semana que se seguiu. Também recordaram os ensinamentos recebidos por Ane na evangelização infantil espírita. A menina lembrou à mãe que poderiam encontrar tia Val em sonho, outras vezes. E que se reencontrariam no Mundo Espiritual, no futuro, pois os laços de afeto não acabam com a morte do corpo físico.

A mãe, apesar da dor, ficou feliz em perceber que as lições aprendidas pela filha no Grupo Espírita foram importantes nesse momento que era, com certeza, o mais difícil da vida da menina. Foi Ane que consolou a mãe, e juntas, mãe e filha, fizeram muitas preces que auxiliaram Val no Mundo Espiritual.
Claudia Schmidt

5. ENTENDENDO A HISTÓRIA:
a)Por que  Val morreu?
b) Como Ane pode encontrar sua tia desencarnada?
c) A Doutrina Espírita auxiliou a Ane nesse momento de dor? Como?


6. APLICAÇÃO:
O que você deseja levar desta vida?
Conduzir o diálogo para que eles concluam que não vamos levar nada de material (casa, carro, brinquedos, roupas), mas levaremos as boas ações, os bons pensamentos, e as virtudes que conquistarmos, todo o bem que pudermos fazer (amor, paciência, calma, perdão, honestidade, obediência, caridade, amizade). Comentar que não levaremos os livros, mas levaremos o conhecimento adquirido, e que nossos familiares e amigos não irão conosco quando desencarnarmos, mas levaremos o carinho, a amizade e o amor que cultivamos.

Levaremos também,  as coisas erradas que fizermos e os pensamentos e sentimentos negativos: o ódio, a vingança, a preguiça, a fofoca. É por isso devemos evitar que eles estejam presentes em nossa vida. Procuremos desenvolver as nossas virtudes, através da prática do bem.

7.- ATIVIDADE DE FIXAÇÃO:
Distribuir um desenho com crianças e jovens em uma estrada. Explicar que a estrada significa o caminho da nossa vida. Na parte de cima do desenho o evangelizador deverá escrever: “O que eu vou levar desta reencarnação?” Nos espaço em branco os evangelizandos irão escrever as ações e sentimentos que desejam levar desta reencarnação.

8.CONCLUIR QUE:
A morte não existe; que a nossa verdadeira vida é a espiritual. Que devemos empregar esforços no sentido de viver aqui na Terra como espírito.



“Quem sabe melhora a vida:
Aprender é iluminar.
O mundo é bendita escola:
Vamos todos estudar.”
Meimei







Providência Divina



CENTRO ESPÍRITA ISMAEL
Estudo Doutrinário Infanto-juvenil – Crianças 7 à 10 anos
Evangelização Infantil Eurípedes Barsanulfo
Estudo: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap.25/itens 6 e 7
Módulo II: A Criação
Plano de aula: 07 - Data: 15/02/2014

TEMA: PROVIDÊNCIA DIVINA

1.Mensagem:
A Doutrina Espírita que é Providência Divina, ela cuida de nos orientar, dando continuidade aos ensinamentos de Jesus. Acreditar na Providência Divina é extremamente importante para fortalecer nossa coragem e o desejo de seguir adiante. É sempre muito bom saber que não estamos sozinhos na caminhada em direção ao bem, ao progresso e à felicidade nunca nos faltará amparo e proteção. Com esta certeza, sentimo-nos mais fortes e esperançosos, aprendendo a lidar com as dificuldades e desafios.

2. Objetivo:
Entender que Deus protege a todas as suas criaturas e a sua Criação;
Perceber que Deus a tudo prevê e provê desde as menores às maiores coisas;
Mostrar que tudo está ligado no Universo; Deus está ligado a nós por laços de amor e provendo nossas necessidades;
Compreender que o Espiritismo ensina que todos nós recebemos os cuidados de nosso Pai Celestial e que a esse amparo dá-se o nome de Providência Divina;

 3. Sensibilização: Apresente duas figuras representando rostos humanos. Um apresenta a fisionomia alegre e outro, uma expressão zangada.

Vale a pena vivermos tristes ou zangados?

As pessoas que vivem constantemente zangadas recebem o auxílio divino com facilidade?
Como Deus provê as nossas necessidades?
Seus cuidados abrangem todas as necessidades, não somente as necessidades físicas, como também as espirituais.

Em nossas necessidades morais, tendo em vista nossa grande dificuldade de eliminar sentimentos inferiores da alma, Deus cuidou de nos enviar Jesus como guia e modelo para a Humanidade.

E para ilustrar sobre a necessidade de trabalharmos sobre os sentimentos, iremos contar um caso de um homem que vivia zangado e o que aprendeu.

4. Estudo: Narrar o caso: “Caridade e o Perdão” - do livro História da Vida,psic. Antônio Baduy Filho – pelo Espírito Hilário Silva.
- Não perdoarei. Não posso perdoar. O abuso é demais. Não posso. Quem assim falava era o doutor Inácio Fontes, advogado brilhante e culto. (fig.1)
Era espírita. Companheiro assíduo na assistência. Orador exaltado e seguro.
Desentendera-se com os vizinhos. Ofendera-se e agora desabafava com a esposa.
- Tenha calma, Inácio – respondia, docemente, a companheira. (fig.2) Pensemos em Jesus, que nos convida ao perdão. Esqueçamos o ocorrido. Oremos em favor de nossos amigos.
- Não posso, Teresa – retrucava o advogado, cego pela incompreensão. Chamarei a polícia. Moverei processo. Não pode ficar assim. (fig.3)
-Inácio – insistia a esposa, mansamente – o perdão é forma de caridade. Recordemos as lições do Evangelho. (fig.4)
- Isso me custa muito, apesar da doutrina que professamos.
Aproveitando a ocasião, a esposa convidou: (fig.5)
- Consultemos os amigos espirituais. Vejamos o que nos sugerem, pela leitura de uma página.
Nesse instante, contudo, entra a filhinha caçula, brandindo pequeno papel e exclamando com alegria:(fig.6)
- Olhe, mãezinha, o que achei – e mostrava o papel escrito. Estava debaixo da mesa, onde fizemos o culto ontem.
Inácio, recebendo a folha das mãos da pequena, observou, com surpresa, que se tratava de esquema de seus comentários na noite anterior, durante o culto cristão no lar. (fig.7)
Leu, no alto da página: Caridade e Perdão.
A jovem esposa, agradecendo a interferência da Providência Divina, convidou à oração o companheiro pensativo e amuado.

5. Entendendo a história:
Conversar com as crianças sobre o relato:
a) Como era o Dr. Inácio?
b) Por que vivia rancoroso e não perdoava?
c) Que lição a Providência Divina lhe deu?


6. Aplicação:

O que eu faço quando eu quero alguma coisa que não posso ter no momento?

Deus nunca nos abandona, devemos refletir que muitas vezes, a Vontade Divina se manifesta, em nosso favor, nas pequenas contrariedades do caminho, ajudando-nos a cumprir nossos mais simples deveres, e passar a considerar, com mais respeito a atenção, as circunstâncias inesperadas que nos surgem à frente, na esfera dos  nossos deveres de cada dia.


7.- Atividade de fixação do conteúdo:
 Recorte e cole o rostinho das crianças, não esquecendo de colocar um sorriso no lábios.


8.Concluir que:
Se confiamos no recebimento do amparo de Deus, devemos nos lembrar de que é necessário nos coloquemos a Seu serviço, como instrumentos úteis, para que intermediemos, por nossa vez, o amparo a outros filhos de Deus, nossos irmãos.



"É melhor perguntar e parecer ignorante do que permanecer ignorante."
(Provérbio chinês).