Mostrando postagens com marcador Família - Crianças 7 a 10 anos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Família - Crianças 7 a 10 anos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O LAR CRISTÃO



CENTRO ESPÍRITA ISMAEL
Estudo Doutrinário Infanto-juvenil – Crianças 7 à 10 anos
Evangelização Infantil Eurípedes BarsanulfoEstudo: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap.12 / itens 2 e 3
 Módulo V: Caminhando para JESUS
Plano de aula: 29 - Data: 19/07/2014


TEMA: FAMÍLIA (O LAR CRISTÃO)

 1. MENSAGEM
 “O Culto do Evangelho no Lar é verdadeiro banho de luz espiritual que ilumina o lar, higieniza a mente e a alma, harmonizando a família na paz de cristo;
O estudo do evangelho propicia a quem dele participa condições de colocar em prática, no dia a dia, os ensinamentos assimilados durante os cultos;
A oração em conjunto atrai para o convívio familiar os espíritos superiores que passam a amparar os membros da família promovendo o esclarecimento e a desvinculação dos espíritos que temporariamente vibram nas faixas inferiores e de sofrimento;
A família que pratica o Culto do Evangelho no Lar assegura aos seus membros maior estreitamento dos laços de amizade, permitindo um convívio fraterno entre aqueles que reencarnam sob um mesmo teto.”

2. OBJETIVOS:
·         Compreender que o Lar Cristão é aquele em que todos os seus membros se esforçam por cumprir os ensinamentos de Jesus.
·         Salientar que para realizar o culto, basta reunir toda a sua família e fazer uma linda prece agradecendo a Deus por sua vida, pela sua família e por tudo que ele te deu e estudar os ensinamentos de Jesus.


3. SENSIBILIZAÇÃO: “Em casa começa nossa missão no mundo...”
Um pequeno vídeo sobre o culto do lar: www.youtube.com/watch?v=1X7nuc5YaFE

Evangelho no Lar - “O Evangelho não é propriedade do Espiritismo, todos podem e devem implantar o culto cristão em seus lares, visando à renovação de cada um e da Terra, por consequência. Jesus fez o primeiro Evangelho na Casa de Pedro e, de lá para cá, houve muitas formas de praticá-lo.”
(Evangelho no Lar à do espiritismo de Maria T. Compri, edições FEESP)

É o momento de reunião da família, para estudar os ensinamentos de Jesus. Promove a união de seus membros. Atrai a assistência dos bons espíritos e evangeliza encarnados e desencarnados que convivem conosco e na nossa casa. É a noite em que Jesus vem pernoitar em nossa casa. Quem faz o Evangelho no Lar há um mês já tem uma pequena luz em sua casa, quem faz há vários anos já tem uma luz enorme, pois quando mais fazemos, maior é a companhia e o auxílio dos bons amigos da espiritualidade.

4. DESENVOLVIMENTO DA AULA:
Quem faz o Evangelho no Lar?

É preciso marcar dia e hora certa para realizar o Evangelho no Lar?
Sim, a fim de que os bons espíritos possam vir nos auxiliar (eles também têm compromissos e respeitam os horários).

 Por que realizar o Evangelho no Lar?
Traz proteção para o nosso lar e as pessoas que ali estão. Assim como colocamos sistemas de alarmes, grades, cerca elétrica para nos protegermos de irmãos infelizes, o Evangelho no Lar é a proteção espiritual de nossa casa, pois com o tempo e a evangelização de seus membros, só espíritos convidados pelos espíritos guardiões da casa entrarão em nosso lar e será com o objetivo de aprenderem o Evangelho e modificarem suas atitudes para melhor.

Como se comportam? Gostam? Por quê?

Como iniciamos o Evangelho no Lar?
Com uma prece simples e espontânea, a fim de nos harmonizarmos.

Que livros usam?
Podemos usar o Evangelho Segundo o Espiritismo, ou um outro livro que tenha mensagens edificantes à luz do Evangelho de Jesus. Quando há crianças participando, deve-se usar histórias infantis que edifiquem, a fim de que elas possam entender a mensagem. Após a leitura fazer comentários a respeito do que foi lido. Na seqüência fazer as vibrações.

O que são vibrações?
Vibrar é mandar boas energias, bons pensamentos para todos aqueles que necessitam (familiares, amigos, doentes, pessoas em dificuldades, presidiários, desempregados, alguém que está triste, pela paz entre os países).

O que é a magnetização de água?
Magnetizar a água é colocar um pouco de água em um recipiente e solicitar, durante as vibrações, que os bons espíritos coloquem naquela água o remédio e os bons fluidos de que os participantes precisam naquele momento. A água pode ser tomada após a reunião ou durante a semana.

Como encerramos o Evangelho no Lar?
Com uma prece simples e espontânea.

Obs.: podemos, também, fazer pedidos durante o Evangelho no Lar e a prece pode ser lida ou decorada, desde que feita com o coração.


5. REFLEXÃO:
a) Quando ficamos doentes tomamos remédio para nos curar. E quando é o lar que estar doente, o que temos que fazer? O culto do lar
b) Que pessoa se beneficia com o culto do lar? Eu mesmo, a família e o bairro onde moro.
c) Podemos magnetizar a água? Nesse caso a água tornar-se o quê? O remédio.

6.CONCLUSÃO:
O Evangelho no Lar é fonte de aprendizado e crescimento espiritual e, pelo exercício dos ensinamentos do Cristo, faremos nossa reforma íntima, contribuindo para a transformação do planeta Terra em um mundo melhor e mais feliz.


7.ATIVIDADE:
Marque as respostas corretas.


“Que diremos pois à vista destas coisas?
 Se Deus é por nós, quem será contra nós?.”
Paulo Tarso


EDUCAÇÃO: BOAS MANEIRAS NO LAR E NA SOCIEDADE



CENTRO ESPÍRITA ISMAEL
Estudo Doutrinário Infanto-juvenil – Crianças 7 à 10 anos
Evangelização Infantil Eurípedes Barsanulfo
Estudo: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap.8 - item 4Módulo V: Caminhando para JesusPlano de aula: 28 - Data: 12/07/2014

TEMA: FAMÍLIA

(Educação: Boas Maneiras no Lar e na Sociedade)


1.MENSAGEM
“A família consaguínea é lavoura de luz da alma, dentro da qual triunfam somente aqueles que se revestem de paciência, renúncia e boa vontade.
De quando a quando, o amor nos congrega, em pleno campo da vida, regenerando-nos a sementeira do destino.
Geralmente, não se reúnem a nós os companheiros que já demandaram à esfera superior, dignamente aureolados por vencedores, e sim afeiçoados menos estimáveis de outras épocas, para restaurarmos o tecido da fraternidade, indispensável ao agasalho de nossa alma, na jornada para os cimos da vida.
Muitas vezes, na condição de pais e filhos, cônjuges ou parentes, não passamos de devedores em resgate de antigos compromissos.”
Família, CEU – Francisco C.Xavier – Emmanuel.

2. OBJETIVOS:
Refletir que sendo a Família a célula mater da sociedade, todos nós temos o dever de sermos disciplinados e colaboradores da família, pois nossas virtudes representam a harmonia e o equilíbrio, não somente no Lar como na sociedade.
Interiorizar que estamos nos reeducando com os valores cristão junto a nossa família, para colocar em prática em qualquer lugar que estejamos.


3. SENSIBILIZAÇÃO: Apresentar gravuras de crianças praticando boas/más atitudes.

- Como podemos demonstrar respeito pelo nosso próximo?

Ouvir as respostas explicando, o significado da palavra respeito e bons hábitos.

4. DESENVOLVIMENTO DA AULA: O BRINQUEDO NOVO
Chiquinho era um menino muito alegre que morava numa vila. Conquistava muitos amigos e vivia
rodeado de crianças.
Numa bela manhã, quando ele ia para a escola, avistou seu amigo Dinho debruçado na janela de
sua casa, a segurar um brinquedo novo.
— Que brinquedo engraçado! –– pensou Chiquinho.
— Quando terminar a aula, vou até a casa de Dinho para ver seu novo brinquedo — pensava
Chiquinho enquanto brincava com seus amigos no recreio.
Assim que termina a aula, Chiquinho vai para casa, troca de roupa, almoça e correndo se dirige à
casa de Dinho, pois queria ver logo aquele brinquedo tão diferente.
— Dinho!... Dinho! — chamou Chiquinho.
— Dinho foi para a escola! — respondeu a mãe do menino, aparecendo na janela.
— E agora!? Vou esperar — pensava Chiquinho, que tão curioso estava, que nem se lembrou que
seu amigo ia à escola na parte da tarde.
Chiquinho sentou-se na soleira da porta da casa de Dinho e esperou... esperou...
Ao cair da tarde, Dinho aparece na esquina.
E... Vejam... Ele traz seu brinquedo novo nas mãos!
Chiquinho olhava encantado. Que coisa era aquela girando na ponta de uma varinha, parece que vai
voar! E as cores... conforme girava, elas iam se alternando, num vai-e-vem de verde, amarelo, azul e
vermelho. Que beleza! O que fazia aquele brinquedo girar?
–– Veja, Chiquinho, que lindo brinquedo eu ganhei! — exclamou Dinho, ao ver o amigo sentado à
porta de sua casa.
Por longas horas os dois companheiros brincaram. Ora um, ora outro segurava o brinquedo.
A noite chegou e Chiquinho precisava ir para sua casa. E, como havia gostado muito daquele
brinquedo, pediu ao Dinho:
— Posso levar emprestado seu brinquedo novo? Amanhã, antes de ir para a escola eu lhe devolvo!
Apesar de Dinho também gostar muito de seu novo divertimento, atendeu ao pedido do colega.
Chiquinho pulava de alegria, e quanto mais pulava e corria em direção à sua casa, mais aquele
brinquedo encantador girava.
— O que faz esse brinquedo girar? — perguntava o menino.
Ao chegar em casa, foi correndo mostrar à sua mãe o brinquedo que Dinho lhe havia emprestado.
Papai ficava feliz em ver seu menino pulando e correndo, fazendo girar aquela nova diversão que
arranjara.
— Chiquinho! — disse o papai —, cuidado para não estragar este brinquedo, ele não é seu.
O menino estava tão encantado que não prestou muita atenção no que seu pai lhe dissera.
— Venham jantar! — chamou a mamãe.Não deixem a sopa esfriar! Lavem as mãos.
Chiquinho, sentindo o cheiro gostoso da sopa que a mamãe preparara, mais que depressa largou o
brinquedo sobre a cadeira da sala e dirigiu-se à cozinha para saborear a sopa quentinha. Por alguns instantes,
esqueceu-se do brinquedo que gira... gira...
Depois do jantar, ouviu sua mãe perguntar:
— Já fez a tarefa da escola?
Chiquinho, que havia passado a tarde esperando pelo amigo, não fez o dever escolar. Então,
imediatamente pegou seus cadernos, livros e lápis e pôs-se a executar a tarefa. Não se lembrava mais do
precioso brinquedo que o amigo carinhosamente lhe emprestou.
Terminada a tarefa, guardou seu material escolar, escovou os dentes e quando já ia se deitar...
— Ei... E o brinquedo de Dinho! Vou buscá-lo — pensou rapidamente o menino.
— Oh!... Não está onde deixei! Onde estará o brinquedo? — indagava preocupado.
— Mamãe, você viu o brinquedo que gira?
— Papai, você sabe onde está o brinquedo de Dinho que coloquei sobre a cadeira?
Ninguém havia visto...
— Como vou explicar ao meu amigo que não sei onde está seu brinquedo novo?...
Mamãe lhe dizia:
— Procure direito. Você sabe o quanto é importante zelar pelos objetos que tomamos emprestado!...
Chiquinho procurou... procurou... mas não encontrou.
O menino foi para sua cama e desatou a chorar...
— Por que não guardei o brinquedo de Dinho! — pensava.
Chiquinho chorava... quando seu Pai chegou junto de sua cama trazendo o brinquedo nas mãos.
Num salto, o menino levantou-se e tomou o brinquedo das mãos de seu pai.
— Ele estava debaixo da mesa. Você não procurou direito. Amanhã, poderá devolvê-lo ao Dinho.
Veja, ele nem amassou! — falou o pai do menino.
— Veja, papai, ele estragou! Não está girando! — observou Chiquinho.
Papai pegou o brinquedo, levando-o até a janela e quando a abriu, um vento leve começou a girar...
girar... o brinquedo.
— Observe, papai, está girando! — gritava de alegria o menino. É o vento que o faz girar. Que
beleza!
— Isto é um catavento, meu filho.
Naquela noite, Chiquinho agradeceu a Deus pelo vento que fazia girar o brinquedo encantador e
baixinho dizia:
— Hoje aprendi uma importante lição: vou ser mais cuidadoso com os objetos que tomo emprestado.
E o menino adormeceu...

5. REFLEXÃO:
a) O que é respeitar?
b) Por que devemos respeitar o que não nos pertence?
c) Quando alguém nos empresta algo, como devemos agir?
d) Como devemos nos comportar ao utilizar os bens públicos?
e) Cuidando bem do objeto que pedimos emprestado, estamos respeitando o nosso próximo?



6.CONCLUSÃO:
Agora que aprendemos um pouco mais sobre convivência e doação de si, vamos ver como as boas maneiras podem transformar a vida de uma pessoa.

7.ATIVIDADE:
Faça o seu catavento.


 “Recorda que todo dia é dia de começar.”
Emmanuel








FAMÍLIA - Respeito e Obediência


CENTRO ESPÍRITA ISMAEL
Estudo Doutrinário Infanto-juvenil – Crianças 7 a 10 anos
Evangelização Infantil Eurípedes Barsanulfo
Estudo: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. 9 – item  8Módulo V: Caminhando para JesusPlano de aula: 27 - Data: 05/07/2014

 TEMA: FAMÍLIA (Respeito e Obediência)
 1. Mensagem
(...) O lar, no entanto, não pode ser configurado como a edificação material, capaz de oferecer segurança e paz aos que aí se resguardam. A casa são a argamassa, os tijolos, a cobertura, os alicerces e os móveis, enquanto o lar são a renúncia e a dedicação, o silêncio e o zelo que se permitem àqueles que se vinculam pela eleição afetiva ou através do impositivo consangüíneo, decorrente da união.
A família, em razão disso, é o grupo de espíritos normalmente necessitados, desajustados, em compromisso inadiável para a reparação, graças à contingência reencarnatória. Assim, famílias espirituais freqüentemente se reúnem na Terra em domicílios físicos diferentes, para as realizações nobilitantes com que sempre se viram a braços os construtores do Mundo. Retornam ao mesmo grupo consangüíneo os espíritos afins, a cuja oportunidade às vezes preferem renunciar, de modo a concederem aos desafetos e rebeldes do passado o ensejo da necessária evolução, da qual fruirão após as renúncias às demoradas uniões do Mundo Espiritual...
(Livro: Estudos Espírita – Divaldo P. Franco -Joana de Angelis )

2. Objetivo:
Orientar o evangelizando a buscar no respeito e na obediência, a harmonia que a família precisa para melhorar o relacionamento, sabendo que essas são virtudes conquistadas e que podemos desenvolvê-las na família.

3.Sensibilização: Fazer um cartaz em forma de coração apresentando diversos sentimentos para as crianças. Pedir que elas colem no cartaz, quais são os sentimentos que devem ser cultivados na família.
Lance a pergunta para a reflexão do trabalho.

Quais os sentimentos que devem estar presentes nos corações das pessoas na família?
(Apresente os seguintes sentimentos: paciência, amizade, paz, carinho, bom humor, perdão, compreensão, união, respeito, caridade, amor, tolerância, alegria).

Falar da importância do convívio familiar para estreitar os laços de família; que juntos daqueles que convivemos iremos percorrer um determinado caminho juntos para desenvolver os sentimentos sublimados que Jesus humildemente exemplificou.

4. Desenvolvimento da Aula: “COOPERAÇÃO NO LAR”
      André e Lucas são amigos inseparáveis, sempre juntos na escola e são da mesma escolinha de futebol. Porém, André está sempre reclamando de tudo, não obedece. No futebol é indisciplinado: se comete falta e é advertido, se revolta e até é expulso da partida.
Era sexta-feira e como de costume, André chega em casa revoltado, pois seu time havia perdido o jogo devido sua indisciplina.
Sua mãe como sempre envolvida com os afazeres domésticos, após um dia de trabalho profissional fora de casa – diz: Eu pedi para você limpar o quarto e fazer a lição, antes de ir ao jogo, mas você nada fez. Você pode ir comigo ao supermercado? Pergunta a mãe de André, que assistia à televisão.
– Agora não, estou muito cansado.
Bem mais tarde chega seu pai do trabalho, e pergunta como foi seu dia e André começa a reclamar... Para animá-lo, seu pai pede sua ajuda para organizar o churrasco que fará amanhã para a família. Porém, André como de costume fala: - Não posso, pois vou estudar na casa do Lucas. Seu pai sai desanimado e muito triste...
No sábado, André chega à casa do amigo e observa Lucas polindo o carro de seu pai. Logo que termina o que estava fazendo, Lucas convida o amigo a entrarem em sua casa para estudarem e conversarem. André observa a harmonia que reina no Lar do amigo. Sua mãe está com um ar tranquilo e o recebe com um belo sorriso, e pergunta a Lucas: - Meu filho, você lavou o quintal? Lucas responde: É claro e coloquei o lixo lá fora também.
André observa tudo surpreso... Os meninos estudaram e conversaram. E logo a mãe de Lucas chama-os para o lanche bem gostoso feito com muito amor... Estava uma delícia. Mais uma vez André observa o ambiente maravilhoso da casa do amigo e fica pensando... Poxa! Quando chego em casa está tudo sempre bagunçado e minha mãe correndo para por tudo nos lugares. Eu nunca ajudo, estou sempre vendo televisão. Minha mãe sempre triste e cansada, pois tem que arrumar tudo sozinha. Meu pai chega em casa tarde fazendo hora extra para comprar o material escolar. E eu nem faço minhas tarefas da escola com dedicação.
André fica pensando em como gostaria que o ambiente do seu Lar fosse como o de Lucas... E percebeu que só reina a harmonia e a felicidade num Lar quando todos fazem a sua parte, cumprindo suas tarefas da melhor forma possível, pensando uns nos outros e procurando fazer todos felizes.
Na segunda-feira, André chegou da escola e fez logo suas tarefas com amor, limpou seu quarto e varreu todo o quintal. Quando sua mãe chegou do trabalho nem acreditou no que estava vendo: tudo organizado e André todo satisfeito. Seu time havia ganho o jogo e tinha se saído muito bem nas provas. Deu um beijão em sua mãe e agradeceu a Deus pela oportunidade de ter um Lar e de ser muito feliz...

4.1 - Reflexão: Explorar o conteúdo da história através de perguntas:
1) Qual foi a reação do André quando soube que Lucas ajudava em casa?
2)  André cumpre com a sua responsabilidade dentro do seu lar? O que falta a ele?
3) O que André observou na casa do Lucas?
4) O que vocês acham que ele fez?

 5. Conclusão:
Devemos despertar  a compreensão de que é no lar, junto do grupo familiar que encontramos a ajuda que necessitamos para nosso crescimento espiritual.


6. Atividade de fixação do conteúdo:
Quebra-cabeça – crianças 7/10 anos


“A melhor parte da vida são as amizades”
Abraham Lincoln





PARENTESCO CORPORAL E PARENTESCO ESPIRITUAL



CENTRO ESPÍRITA ISMAEL
Estudo Doutrinário Infanto-juvenil – Crianças 7 à 10anos
Evangelização Infantil Eurípedes Barsanulfo
Estudo: O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap.14/ itens 5 a 8
Módulo IV: Trabalhando o EspíritoPlano de aula: 24 - Data: 14/06/2014

TEMA: PARENTESCO CORPORAL  E  PARENTESCO ESPIRITUAL

1. Mensagem
Há pessoas que, do fato de alguns animais abandonarem suas crias em certo tempo, deduzem que os laços de família, entre os homens, não são mais do que resultado dos costumes sociais e não efeito de uma lei da Natureza. Que devemos pensar a esse respeito?
“ O destino do homem é diferente do dos animais. Porque, então, querem identifica-lo com estes? Há no homem alguma coisa mais, além das necessidades físicas: Há a necessidade de progredir. Os laços sociais são necessários ao progresso e os de família os tornam mais apertados. Eis porque os laços de família constituem uma lei da Natureza. Quis Deus que, por essa forma, os homens aprendessem a amar-se como irmãos”.
(L.E.774)

2. Objetivo:
- Compreender que, geralmente, reencarnamos sempre na mesma família.
- Aprender que nossa família espiritual é composta por todos aqueles com quem temos laços de amor.
- Entender que a reencarnação fortifica os faços famíliares, já que permite que os espíritos que se gostam voltem a conviver, e faz com que nossa família espiritual sempre aumente, conforme criamos novos laços de amor com outros espíritos.

3. Sensibilização: Em anexo
Mostrar imagem dos meninos bem diferentes e descrever que eles gostam muito de brincar juntos, tem um carinho muito grande um pelo outro, adoram conversar, estar juntos...

Vocês acham que eles são da mesma família?
Explicar que, mesmo que não sejam parentes, do mesmo sangue, eles são da mesma família. Que a família espiritual é composta por todos que amamos e que nos amam, sejam eles pais, irmãos ou apenas bons amigos.
Enquanto a família corporal é composta somente pela mamãe, papai, irmão/irmã, vovós... A família espiritual é muito maior, já que já vivemos várias encarnações e tivemos a oportunidades de conquistar vários amigos para junto dos nossos coraçõezinhos.

4. Desenvolvimento da aula – Contar a História “A Grande Família”.
                Era chagado o grande dia, o dia em que João chegaria pra viver na casa de Pedrinho. Ele foi adotado e Pedrinho estava muito animado, há dias só pensava nisso: “Como vai ser divertido ter um irmaozinho pra brincar e conversar!”.
Apesar de estar feliz, Pedrinho estava um pouco confuso, por isso foi conversar com sua avó, dona Geralda:
- Vovó, o João não vai ser meu irmão de verdade né? Ele não nasceu da mamãe... Será que eu vou gostar mesmo dele?
E a vovó, com suas sábias palavras, explicou:
- João, existem dois tipos de parentesco, o corporal e o espiritual.
Pedrinho, sem entender, interrogou:
- Como assim vovó?   
- Parentesco corporal é esse que você já conhece, a mamãe, o papai, a vovó...  Porém, temos uma família muito maior que essa que a gente conhece: A nossa família espiritual, que é formada por todo mundo que a gente ama, sendo parente de sangue ou não. Ela é muito grande, porque em cada encarnação ela vai crescendo mais e mais, pois a gente vai aprendendo a amar mais pessoas.
- Ah vovó, estou enendendo... Então o João não vai ser meu irmão de sangue, mas vai ser meu irmão espiritual?
- Isso mesmo, Pedrinho... Vamos acolher bem o João e ganhar mais um membro da nossa grande família espiritual, até que um dia todos do planeta se amem como irmãos e assim a gente conquiste a felicidade, pois foi isso eu nosso mestre Jesus veio nos ensinar.
Pedrinho, então, voltou a ficar muito alegre e preparou todos os seus brinquedos para esperar o novo irmão!

5. Fixação do conteúdo: Fazer as perguntas às crianças, conduzindo o pensamento nas respostas.
1)       Na história, Pedrinho ficou confuso e preocupado. Vocês lembram por quê? (Tinha medo de não gostar realmente de João)
2)       O que ele fez quando ficou preocupado? (Foi conversar com a vovó Geralda)
3)       E o que a Vovó Geralda o ensinou? (Ensinou sobre nossa família espiritual, que é formada por quem amamos)
4)       E nós, temos uma família espiritual também? Quem faz parte dela? (Escolher alguns evangelizandos para responder em voz alta).

6. Conclusão:
Concluir que a família espiritual é muito maior que a corporal, pois vai aumentando a cada encarnação e que esta depende dos laços de amor e não dos laços sanguíneos.

7. Atividade: Família Unida (Em anexo)
Dividia a folha com os dois bonequinhos ao meio e dê uma faixa para cada aluno. Explique que irão fazer sua família espiritual.
Orientá-los, então, a dobrar o papel como uma sanfona, no limite exato dos bracinhos e pezinhos do boneco. Feita a dobradura, ensiná-los a recortar o bonequinho TOMANDO CUIDADO para não cortar o contorno das mãozinhas e dos pezinhos, para não separá-los. Abrir em seguida e fazer a analogia com nossa família espiritual, onde estamos sempre unidos pelos laços de amor por toda a eternidade.

Se der tempo, pedir que eles decorem os bonequinhos, identificando-os.

OBS: Aqui está um vídeo, do site “youtube.com”, onde está o passo-a-passo da atividade, para sanar as dúvidas dos evangelizadores (Pressione a tecla Ctrl e clique em cima, para assistir): http://www.youtube.com/watch?v=0SPPYbJYubY

OBS 2: Um possível conflito dessa atividade, é as meninas dizerem que “o bonequinho é um menino”. Aproveitar e ensinar que essa é a família espiritual e os espíritos não têm sexo, tendo corpinho de menina em uma encarnação e de menino em outra, portanto, o bonequinho é igual para todos.




Não podemos voltar e fazer um novo começo,
Mas sempre podemos recomeçar e fazer um novo final.
Chico Xavier.